PEC do Orçamento de Guerra: Câmara entendeu tamanho da crise e propõe ações para travessia

04 de Maio de 2020

Durante sessão remota, Efraim lembrou que o Brasil vai responder à crise com “investimentos e recursos”.

Líder do Democratas na Câmara, Efraim Filho (PB) manifestou posição favorável ao chamado Orçamento de Guerra, previsto em PEC em votação hoje na Câmara. Em linhas gerais, a PEC segrega o orçamento para permitir a aplicação de recursos para ações de combate às crises sanitárias e econômicas resultantes da pandemia.
Durante sessão remota, ele lembrou que o Brasil vai responder à crise com “investimentos e recursos”. Acrescentou que as ações estão voltadas para salvar vidas, empregos e empresas e proteger os brasileiros, em especial os mais pobres. Para o líder do Democratas, o Brasil não pode entrar num cenário de terra “arrasada”.
No que diz respeito à economia, defendeu, em meio ao debate sobre a PEC, ações de apoio às micro, pequenas e médias empresas, que são “as mais empregam e as que mais pagam impostos”.
Deputados analisam nesta segunda as mudanças feitas pelos senadores no texto aprovado pela Câmara no começo de abril. Entre as mudanças feitas pelos senadores estão a exclusão do comitê de gestão da crise e a adoção de mecanismos diferentes de prestação de contas pelo Poder Executivo.
Os senadores também incluíram dispositivos para preservar empregos e restringiram as hipóteses em que o Banco Central (BC) poderá comprar títulos privados, medida essencial para o setor produtivo.

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